Se há algo de bom que podemos levar da pandemia de covid-19 é que, a partir de 2020, nós experimentamos sem amarras o poder da tecnologia no ambiente de trabalho. Isso aconteceu em todos os setores, inclusive naqueles em que qualquer mudança pode parecer mais delicada.
No setor da saúde, pudemos finalmente ver como trabalha um hospital do futuro: com um sistema otimizado e eficiente, de maneira interligada e muito presente online, de modo a ampliar a rede de cuidado e suporte para o paciente.
Os cases de sucesso vêm de instituições que apresentaram ganhos mais internos – na gestão – e também externos – no próprio contato com pacientes e com as comunidades que atendem. Entenda como tudo isso foi possível e como um hospital do futuro opera. Grandes insights para a sua instituição de saúde!

Telemedicina, fundamental em um hospital do futuro
A telemedicina é o monitoramento de pacientes de maneira remota por meio de ferramentas tecnológicas. Ela já era amplamente utilizada no mundo todo antes da pandemia e, devido às restrições de contato e circulação com a chegada do covid, ganhou mais força após março de 2020.
Ela pode ser executada de diversas formas. Um exemplo simples é o dos exames médicos. Em outros tempos, os pedidos precisavam ser solicitados pelo paciente por meio de consulta presencial. E os resultados, entregues em mãos da mesma forma.
Com a tecnologia, há sistemas que permitem que laboratórios enviem os laudos diretamente aos médicos. Isso serve para otimizar o tempo e permite que o contato direto com o paciente seja melhor direcionado ao que realmente interessa: o diagnóstico, o tratamento etc.
A telemedicina também tem como grande trunfo a possibilidade de assistência a distância. Ou seja, o paciente tem sua situação monitorada pelo médico responsável em seu próprio domicílio.
Há, ainda, experiências exitosas de uso de inteligência artificial para detecção de doenças e criação de base de dados para comparação. As possibilidades ainda estão sendo descobertas, e o potencial de mudança é imenso.
Inovação na gestão de plantões médicos
Um hospital do futuro certamente não vai fazer a gestão interna de maneira manual, sob risco de erros humanos e enorme perda de tempo. A digitalização e automatização já são realidades mais do que conhecidas dos gestores da saúde.
A inovação digital reduz o tempo com atividades administrativas, evita erros que podem gerar passivos trabalhistas ou problemas de pagamento, melhora a comunicação interna e aumenta a satisfação do colaborador.
Assim, as escalas de trabalho e as escalas de folga, que antes eram feitas em planilhas físicas rasuradas e escritas à mão, hoje não precisam nem ser enviadas ou negociadas por aplicativos de mensagens, ligações. Há soluções mais eficientes que isso.
Uma delas é o Escala Plantões, uma plataforma completa para planejamento e gestão de escalas. Com sistema na nuvem, online, o organizador cria escalas na web que são entregues em tempo real para cada colaborador por aplicativo no celular.
Cada mudança na escala é atualizada em tempo real para todos, e o sistema ainda envia notificações com lembretes. Também é possível registrar entradas e saídas e, pelo próprio aplicativo, fazer trocas. Tudo fica registrado no sistema, uma segurança ao gestor para saber exatamente como estão as escalas.
A ferramenta ainda permite programar quantas horas cada profissional pode fazer por mês. Isso facilita a montagem de escalas evitando extrapolação do planejado. Todas as informações ficam centralizadas, facilitando até o fechamento no final do mês, já que se sabe exatamente quanto cada um trabalhou e tem a receber.
Hospital analytics: como usar dados a favor da sua instituição de saúde
Controle de jornadas no hospital do futuro
Usar e abusar de automações e inteligência nas diversas fases da gestão da força de trabalho é uma das características do hospital do futuro. Isso vale, também, para acompanhamento da jornada de trabalho.
Trabalhadores em regime CLT precisam do cumprimento da lei na sua rotina, e operações complexas como hospitais, com funcionamento ininterrupto e atuação multiprofissional, demandam atenção redobrada para garantir a devida execução das regras trabalhistas.
Em um hospital do futuro, mais uma vez a tecnologia se faz presente nessa organização. Soluções como o Escala Jornadas facilitam o planejamento e a gestão de escalas e jornadas CLT, diferenciando cada uma das subdivisões possíveis – como a escala 6×1, 5×2, 12×36 etc.
O próprio sistema bloqueia e avisa quando as regras trabalhistas forem infringidas, levando em consideração limitações como descanso interjornada e intrajornada ou horas extras.
Ele também otimiza alguns dos momentos mais complicados na relação entre empregado e empregador, principalmente em setor de alta demanda como o da saúde. Pedidos de folga e troca de turno são resolvidos em poucos cliques, e é possível até distribuir folgas de maneira automática, respeitando as regras e as preferências dos colaboradores.
Hospital do futuro já é uma realidade
A tecnologia, cada vez mais acessível, aumenta sua presença em instituições de saúde, provando que investir em inovação é o caminho para aprimorar os serviços e praticar um hospital do futuro.
No Centro Oftalmológico de Minas Gerais, os agendamentos ficaram muito mais rápidos quando a instituição optou por um sistema online de gestão de escalas, pois até a recepção tem acesso instantâneo à agenda dos profissionais.
Já no Hospital e Maternidade Sagrada Família, em Santa Catarina, a prestação de contas públicas não tem erros com a tecnologia. Como os dados agora são armazenados em um sistema na nuvem, não há chances para incongruências.
Tantas mudanças fazem a diferença: aprimorando processos com a tecnologia, a UTI do São Camilo Crato, no Ceará, conquistou o selo AMIB de UTI Eficiente, uma das maiores honrarias nacionais prestadas aos serviços de tratamento intensivo.
Exemplos que colocam o Brasil figurando rankings internacionais de qualidade hospitalar. A BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo e o Einstein, eleitos entre os melhores do mundo, veem que o avanço no controle operacional faz a diferença no serviço entregue.
“Hoje eu consigo da minha casa saber quem está de plantão e posso deixar a escala do ano inteira pronta”, conta a gerente de TI Thelma Pereira sobre o uso do Escala na BP. A ferramenta organiza as equipes na instituição, que se tornou muito mais eficiente. “O Escala trouxe um ganho enorme pra BP.”
No Einstein, funcionalidades inteligentes combinam dados que informam a escala ideal e a necessidade de ajustes em tempo real. “Isso possibilita uma alocação assertiva de recursos, direcionando os colaboradores e informando ao gestor sobre a cobertura completa da escala”, destaca a coordenadora Alexandra Fernandes.
Todas essas instituições ainda tiveram aumento de ROI com a tecnologia; veja como
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