Escala contribui com a prestação de contas no Sagrada Família

Com atendimento prioritário para usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), o Hospital e Maternidade Sagrada Família (HMSF), de São Bento do Sul (SC), é referência em serviços de UTI para diversos municípios da região. Casos de baixa à alta complexidade são atendidos entre as 21 especialidades oferecidas na instituição, e a alta demanda exige uma grande capacidade de organização para que a operação não pare.

Por muitos anos, a organização dos plantonistas era feita por meio de escalas em papel, que eram impressas e trocadas semanalmente. A cada plantão, o profissional carimbava os períodos trabalhados, e no final do mês todas aquelas informações eram verificadas, folha por folha, para checar quanto cada um trabalhou. Levava cerca de um dia inteiro para fazer todas as conferências.

Até que um plantonista apresentou a tecnologia do Escala à instituição. E com poucos meses de uso do Escala Plantões, as primeiras diferenças já foram percebidas. “Apenas 10% do tempo que a gente utilizava para fechar as escalas são gastos hoje”, ressalta Cleisson Bitencourt, supervisor financeiro do hospital.

Hospital
Imagem: Freepik

Menos tempo, mais precisão

As escalas de trabalho dos médicos da UTI, urgência e emergência são todas feitas agora pelo sistema e cada colaborador, do próprio celular, acompanha as escalas com atualizações em tempo real e pode registrar suas entradas e saídas dos plantões rapidamente, além de solicitar trocas, ausências, tudo pelo aplicativo.

Para Cleisson, essas informações padronizadas, somadas aos relatórios que o sistema oferece – como o financeiro, que mostra quanto cada profissional tem a receber pelo que trabalhou; também dá para saber os médicos que mais fazem plantões, trocas etc. –, estão entre os maiores benefícios agregados ao hospital. 

As informações dos relatórios são ótimas para criarmos indicadores, até porque temos no nosso planejamento atrair os médicos e fidelizá-los à instituição. Essa gama de dados que o Escala oferece nos possibilita pensar em novas estratégias”, compartilha o supervisor. 

E como recebemos recursos públicos para pagamento de plantões médicos, é preciso prestar contas para a secretaria de Saúde, que solicita as escalas prévias e realizadas. Quando migramos para o Escala, foi justamente pela confiabilidade dos dados que o sistema possui. Antes, estávamos muito sujeitos a erros – as folhas poderiam se perder, o médico carimbar errado, um assinar pelo outro –, e isso causava um grande impacto na prestação de contas, o que não temos mais.

Parceria que cresce

Em poucos meses de uso, a satisfação com o Escala Plantões levou o HMSF a expandir seu número de usuários. E a expectativa é seguir crescendo, já que todo o hospital acaba sendo impactado pelo Escala – até os pacientes, que conseguem saber rapidamente pela recepção quando cada médico vai estar disponível, já que a ferramenta oferece uma visão geral dos profissionais.

O Escala facilita praticamente em todas as áreas do hospital, porque as informações chegam de uma forma mais nítida, clara e muito mais rápida, tanto na recepção, quanto no financeiro, para os enfermeiros, coordenadores”, destaca Cleisson. “E os médicos, entre eles, já conseguem trocar escalas, anunciar plantões, sem precisar que o coordenador faça essas alterações.

A facilidade de uso foi mais um aspecto que chamou a atenção dos profissionais no hospital. “O treinamento é fácil, foi bem simples, porque o sistema é bastante intuitivo. A gente só precisa mesmo de uma meia hora no site ou aplicativo para mexer em praticamente tudo”, compartilha Cleisson.

Vem ver este case em vídeo: