Existem estabelecimentos que precisam funcionar de maneira contínua. É o que acontece com hospitais, fábricas e hotéis, por exemplo. Nesses casos, uma escala de plantão pode ser a maneira mais eficiente de organizar os profissionais para oferecer atendimento sem interrupções.
A seguir, elencamos as particularidades de trabalhar nesse regime com todas as informações que plantonistas e gestores precisam saber sobre a escala de plantão. Confira.

A escala de plantão e o plantonista
Trabalhar como plantonista, ou seja, em regime de plantão significa atuar sem expediente pré-definido, cumprindo horas que, posteriormente, se reverterão em descanso. Esse tipo de trabalho é utilizado especialmente por estabelecimentos que demandam operação contínua (e precisam ter sempre “alguém de plantão”). A escala de plantão, portanto, é o planejamento para organizar os plantonistas.
Os plantões podem durar até 24 horas, mas também são bastante comuns os de 12 horas. Uma das formas mais conhecidas de escala de plantão é a 12×36, que consiste em 12 horas trabalhadas e 36 de descanso. Outras possibilidades são as escalas 12×60, 12×72, 24×48 e 24×72, que seguem a mesma lógica de horas de trabalho x horas de descanso.
Com uma jornada tão extensa, é comum que o plantão ocorra, em parte ou totalmente, em período noturno. Nesse caso, o pagamento é diferenciado por conter o adicional noturno, uma contrapartida financeira pela atuação fora do horário convencional.
Sobre outras determinações que regem a escala de plantão, cabe observar o modelo de contratação do plantonista. Se for regime CLT, acordos e convenções coletivas podem estabelecer regras adicionais, como referente aos limites de horas trabalhadas e intervalos. Já quem atua de forma autônoma tem as diretrizes do seu trabalho definidas pelos tomadores de serviço. Autoridades da categoria, como conselhos profissionais, também podem estabelecer regras sobre os plantões.
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Como fazer escala de plantão

Quem organiza uma escala de plantão, deve se atentar para que tenha sempre alguém trabalhando. O desafio é manter a escala coberta e, ao mesmo tempo, garantir que ninguém fique sobrecarregado, evitar excesso ou falta de profissionais, respeitar os limites e saber lidar com variáveis como trocas, pedidos de ausência e faltas inesperadas.
O ponto-chave para montar uma escala de plantão eficiente e em dia com todas essas obrigações é usar sistemas de gestão de escalas. O Escala foi criado no setor de inovação de uma das instituições que mais usa escala de plantão na sua rotina, o Einstein Hospital Israelita. E, hoje, qualquer estabelecimento pode usar essa mesma tecnologia.
O Escala é uma plataforma online para gerenciamento da força de trabalho. São duas versões: o Escala Jornadas, para CLTistas, e o Escala Plantões, para profissionais liberais. Os produtos estão disponíveis na web e em aplicativo, e em poucos passos é possível montar escalas por eles.
O diferencial é que as soluções podem ser configuradas com as regras e particularidades de cada empresa. Assim, durante a montagem da escala, alertas são emitidos se algo sair do planejado, garantindo que a escala esteja de acordo com as regras do trabalho e as necessidades de atendimento.
Quando finalizada, a escala é publicada e todos os plantonistas podem acessá-la. É possível anunciar plantões vagos e gerir aceites, ausências e trocas de forma online (e dar autonomia para os plantonistas escolherem seus plantões). Mais uma facilidade são os contatos dos profissionais disponíveis na escala, facilitando chamadas quando necessário.
“A ferramenta facilita muito a divulgação de plantões vagos, as trocas entre plantonistas e a publicação da escala”, destaca o médico Raoni Salomão Sant Anna, usuário do Escala Plantões. “Conseguimos praticamente zerar as faltas nos plantões.”
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Resumindo, a escala de plantão é a maneira de organizar o trabalho dos profissionais em estabelecimentos com operação contínua. Características dela são a ausência de expediente pré-definido e turnos mais longos.
Para fazer uma escala de plantão eficiente e de maneira correta, é preciso saber os limites de atuação (como o máximo de horas trabalhadas permitidas no plantão) e, idealmente, usar sistemas de gestão de escalas com acesso simultâneo a organizadores e plantonistas, garantindo a cobertura sem erros.






