Quem fica responsável pela gestão da escala de plantão hospitalar sabe que tem uma missão desafiadora em mãos. Mas alguns erros comuns podem tornar a tarefa ainda mais difícil. A seguir, veja sinais que podem indicar uma necessidade de reorganização no seu trabalho e como solucioná-los.
Erros comuns na organização da escala de plantão hospitalar

Gasto excessivo de tempo em tarefas simples
O trabalho do gestor deve ser direcionado à supervisão e, quando há problemas, na sua resolução. Porém, na prática, muitos profissionais têm a sua rotina ocupada por pequenas burocracias e processos que, somados, tomam um tempo excessivo. É o caso da gestão de escalas e tudo o que ela envolve, como o contato com os colegas, solução de conflitos e coberturas etc.
Como resolver: quando a escala de plantão hospitalar passa a ser digitalizada e online, boa parte desses problemas são eliminados. Isso porque todos os plantonistas são informados sobre alterações na escala e os contatos ficam facilmente visíveis para acionar quando necessário.
Um sistema do gênero desenvolvido no Einstein oferece essas e outras funcionalidades como a possibilidade de troca de plantão entre os próprios profissionais, via app. Isso tira do gestor microgerenciamentos que são resolvidos com eficiência de outras formas, priorizando a efetividade da escala de plantão hospitalar.
Dificuldade em calcular o pagamento
Muitos hospitais oferecem um valor fixo aos seus plantonistas pela dificuldade em calcular o pagamento dos plantões. Mas, para os profissionais, receber pela quantidade de horas trabalhadas no mês costuma ser muito mais vantajoso.
Como resolver: o controle do que foi trabalhado é fundamental em diversos aspectos, a começar pela distribuição adequada do serviço, sem sobrecarga a nenhum profissional (o que poderia, inclusive, colocar a qualidade assistencial em risco). Em termos financeiros, evidentemente, as vantagens também são muitas, como a própria sustentabilidade de caixa e a transparência aos plantonistas.
E essa é mais uma funcionalidade do sistema do Einstein, uma área exclusiva para pagamentos alimentadas pelo histórico trabalhado, que mostra exatamente quanto cada profissional tem a receber. Saiba mais:
Variedade muito grande de ferramentas
O combo planilhas no Excel, Google Agenda, e-mails e grupos no WhatsApp são comuns em uma escala de plantão hospitalar desorganizada. Na prática, todos esses métodos podem ser úteis, mas quando vários deles são utilizados ao mesmo tempo pode gerar incoerência nos registros, conflitos na comunicação e, por consequência, atrapalhar o fluxo de trabalho.
Como resolver: hoje em dia já existem sistemas de escalas que combinam todas as funcionalidades necessárias para a organização completa da escala de plantão hospitalar, como gestão de plantões, pagamentos, agenda, central de avisos e comunicação. O Escala Plantões, o sistema desenvolvido no Einstein que você já conheceu ao longo deste artigo, reúne tudo isso e está disponível para qualquer instituição.
“Pelo Escala eu consigo ver quem está acumulando muitas horas e quem está com menos, então sei quem acionar se precisar de ajuda em algum plantão. Também acompanho as trocas e se algo foge do normal, já me antecipo para resolver”, relata o médico Meton Alencar, usuário da ferramenta no Hospital São Camilo Crato.
“Em uma planilha convencional você não tem essas informações. Com o Escala é uma forma de controle muito mais sofisticada e que me permite um contato com a equipe melhor do que eu teria se eu não soubesse desses dados.”
Um profissional não sabe o que o outro faz
A falta de transparência e comunicação entre as equipes costuma gerar conflitos no ambiente de trabalho. Entre os plantonistas, a tendência de problemas nesse sentido é ainda maior, especialmente quando a escala de plantão é desorganizada e não fica facilmente visível para todos.
Como resolver: para conquistar essa transparência, novamente ter um sistema unificado para o gerenciamento da equipe se faz importante.“Um dos valores da nossa UTI é a pontualidade, e eu consigo acompanhá-la pelo check-in do Escala”, relata Meton. Cada colaborador, do próprio celular, pode registrar o início e o final do plantão pelo aplicativo, que possui sistema de geolocalização.
“É fundamental fazer esse acompanhamento, porque o profissional que sistematicamente se atrasa afeta o colega que está esperando, atrasa toda a nossa rotina de trabalho e isso se resvala no próprio paciente”, pontua o médico.
Identificou algum desses erros na sua escala de plantão hospitalar?
Não se preocupe, reconhecer o problema é o primeiro passo para buscar mudanças. Vale discutir com a equipe os conflitos constatados para, juntos, pensarem em soluções. A organização da escala de plantão hospitalar sem erros reduz excedentes e aumenta a produtividade e o entrosamento entre os profissionais.
Para saber mais, clique no banner abaixo e veja como o Einstein desenvolveu um sistema próprio para superar esses erros e otimizar sua escala de plantão hospitalar. Os resultados são notáveis até hoje de ponta a ponta – até os pacientes saem ganhando! – e a solução está disponível para qualquer instituição. Comfira:







