Reskilling e upskilling: a importância da aprendizagem contínua

Publicado em 22 abril, 2022

Atualizado em 27 abril, 2022 | Leitura: 4 min

Os avanços tecnológicos, a necessidade de constante adaptação e os movimentos naturais do mercado de trabalho são fatores que tornam impossível a formação profissional ser estática e definitiva. A capacitação deve ser permanente. E é aí que entra o chamado reskilling.

O termo em inglês vem da palavra skill, que significa habilidade. Reskilling, em tradução livre, é o processo de requalificação: o desejo de aprimorar as habilidades e competências já conhecidas por alguém.

Essa aprendizagem contínua pode evoluir ou motivar o chamado upskilling, que é o desenvolvimento de uma nova competência que venha agregar no desempenho da função profissional.

Como visto, reskilling e upskilling são complementares e muito importantes para empresas que querem conquistar e reter profissionais cada vez melhores. Veja como desenvolvê-los no seu time e por que apostar neles.

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Imagem: Freepik

Como fazer o reskilling

Para que a aprendizagem contínua tenha resultados práticos, é preciso que empregado e empregador estejam cientes dos objetivos envolvidos e sejam eficientes. Ninguém deseja desperdiçar tempo e recursos para aprimorar ou aprender algo que não vá ser útil no dia a dia.

Por isso, vale a pena definir quais habilidades o empregador mais precisa e quais delas a empresa mais exige. Feito isso, é preciso saber onde e como aplicar essas habilidades.

Por exemplo, uma pessoa que trabalhe como social media pode considerar interessante aprender a editar vídeos. Afinal de contas, muito do conteúdo que circula em redes sociais é feito nesse formato.

Essa habilidade, no entanto, não será útil para uma empresa que não trabalhe com vídeos ou que sequer cogite fazê-lo. Talvez seja melhor investir em edição de fotos ou em treinamento de programas para criação de imagens.

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Como incentivar

Nesse balanço, é importante que o empregado também reconheça o tempo que deve ser investido e o impacto disso na sua rotina. A dedicação ao reskilling e ao upskilling deve ser incentivada e protegida em meio às demandas diárias, sempre na medida do possível.

E da parte do empregador, esse incentivo pode ser feito de algumas maneiras. A principal delas é custear os estudos dos empregados, em parte ou no todo, através de programas de bolsas. Para a empresa, é um investimento: o funcionário vai se capacitar e trazer retorno para o dia a dia das atividades.

Um programa de bolsas promove o direcionamento de quais habilidades devem ser desenvolvidas, além de permitir até mesmo realocações e mudanças de área, de acordo com a necessidade.

Outras formas de incentivar o reskilling e o upskilling consistem na realização de palestras ou cursos pontuais ou ainda programas de mentoria, envolvendo funcionários com função sênior e júnior.

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Imagem: Freepik

Vantagens do reskilling

Não são poucos os benefícios para a empresa que entende a necessidade de incentivar a aprendizagem contínua. O primeiro deles é a capacitação da equipe, com reflexo nos resultados através da vantagem competitiva observada em relação aos indicadores do mercado.

Além disso, o reskilling e o upskilling levam ao desenvolvimento de processos internos mais apurados, o que significa mais eficiência e menos riscos e custos.

Por fim, há ainda o importante impacto no moral da equipe. Quando os times são devidamente valorizados e incentivados ao crescimento profissional, a consequência é a valorização do trabalho e a retenção de talentos.

RH, ganhe tempo para incentivar seus funcionários!

Como você viu, investir em reskilling é uma oportunidade e tanto para o desenvolvimento da empresa. Mas para pensar em possibilidades assim, é preciso tempo, um recurso que, vamos combinar, está cada vez mais escasso no meio corporativo.

E se o seu objetivo é justamente conquistar preciosas horas a mais para atividades estratégicas, que tal deixar as tarefas burocráticas a cargo da tecnologia? Com uma imensa capacidade de armazenamento e gerenciamento de dados, as chamadas HR Techs e soluções de WFM dão uma força e tanto para o dia a dia do RH.

Um exemplo são as ferramentas do Escala, que otimizam a gestão de escalas e espaços de trabalho. Tem cliente que relata que após o uso da plataforma, o tempo gasto com a criação de escalas caiu de dois dias para duas horas!

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Tatiane Quintiliano

Especialista em escalas de trabalho nos modelos mensalista e horista, acumula mais de 20 anos de experiência em recursos humanos (RH). Tem passagem por multinacionais de grande porte e hoje é a coordenadora de Gente e Gestão do Escala.
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